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	<title>Portal da Pesca &#187; Meio Ambiente</title>
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		<title>Navios da organização Sea Shepherd e baleeiras japonesas se enfrentam</title>
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		<pubDate>Thu, 28 Jan 2010 22:16:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vinicius</dc:creator>
				<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Ady Gil]]></category>
		<category><![CDATA[Baleia]]></category>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>Uma verdadeira guerra está sendo travada nos mares gelados que circundam a Antártica. De um lado, um grupo de ativistas para lá de corajosos e audaciosos. De outro, caçadores de baleias. A bordo de navios, singrando os mares revoltos e gélidos do sul do planeta, eles escrevem uma história repleta de aventuras: são embarcações que se perseguem, se caçam e até se lançam umas contra as outras.</p>
<p>O último lance desta batalha naval ocorreu no começo do mês, quando um catamarã ultramoderno da organização Sea Shepherd (Guardiões dos Mares)</p>
<div id="attachment_197" class="wp-caption alignright" style="width: 160px"><a href="http://www.portaldapesca.com.br/wp-content/uploads/2010/01/ady-gil-resgatado.jpg"><img class="size-thumbnail wp-image-197" title="Ady Gil resgatado" src="http://www.portaldapesca.com.br/wp-content/uploads/2010/01/ady-gil-resgatado-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a><p class="wp-caption-text">Catamarã Ady Gil</p></div>
<p>foi abalroado por um navio que fazia a escolta da frota baleeira japonesa. O catamarã Ady Gil acabou naufragando. Seis tripulantes tiveram que ser socorridos por um navio da organização, o Bob Harper. O Ady Gil também foi resgatado. Ele está sendo restaurado para novas aventuras.</p>
<p>&#8220;<strong>O Ady Gil é a embarcação mais rápida do mundo. Ele é usado para perseguir e localizar navios baleeiros, muitas vezes se posicionando na frente dos arpões para proteger as baleias</strong>&#8220;, diz o brasileiro Cristiano Pacheco, da Sea Shepherd no Brasil.</p>
<p>Nesta luta entre caçadores de baleia e preservacionistas ninguém é totalmente bonzinho. A Sea Shepherd é conhecida por ações ousadas e agressivas. Sua estreia arrebatadora foi em 1980: um dos seus navios afundou a baleeira espanhola Sierra. Desde então foram realizadas mais de 200 expedições – e mais de cinco baleeiras foram afundadas..</p>
<p>O fundador da Sea Shepherd, Paul Watson, deixou o Greenpeace por considerá-lo manso demais. A organização foi fundada por ele na virada dos anos 70 para 80. De lá para cá, se envolveu em dezenas de campanhas de preservação da vida marinha, sempre intervindo direta e fisicamente contra caçadores de golfinhos, tubarões, focas, baleias e outros seres marinhos.</p>
<p>A Sea Shepherd não tem – para usar uma expressão ligada ao mundo animal – rabo preso. Não é ligada a nenhum financiador com interesses comerciais. Ela viabiliza suas ações com contribuições voluntárias, de pessoas. O catamarã Ady Gil, por exemplo, foi doado por um jornalista milionário dos EUA.</p>
<p>O Ady Gil estava participando da mais recente missão da Sea Shepherd. Ele fuçava os mares antárticos atrás de baleeiras japonesas, com o apoio de dois navios grandes da Sea Shepherd, o Bob Harper e o Steve Irwin (o principal deles). Até um helicóptero é utilizado para perseguir e fustigar os caçadores, que respondem com jatos de água expelidos por canhões.</p>
<p>A missão é impedir a matança de cinco espécies que chegam em dezembro aos mares da Antártica, um verdadeiro santuário. É a época, para baleeiras japonesas, principalmente, da temporada de caça. Os japoneses usam uma brecha no acordo internacional que proíbe a caça comercial. Eles alegam que fazem a caça com objetivo científico, o que é permitido. Mas todos sabem que o objetivo é abastecer o mercado negro de carne de baleia, uma iguaria no Japão.</p>
<p>&#8220;<strong>Eles têm uma cota de baleias que podem ser capturadas a cada temporada. Mas acabam matando muito mais. No ano passado, em 2009, a estratégia da Sea Shepherd de perseguir a frota baleeira consegui reduzir o abate a 305 baleias</strong>&#8220;, diz o voluntário brasileiro Cristiano Pacheco.</p>
<h3>Guardiões do Mar lutam contra pesca predatória</h3>
<p>A Sea Shepherd atua no Brasil, com sede no Rio Grande do Sul. Embora no país, a caça às baleias seja proibida desde 1986, o braço brasileiro da organização protege golfinhos no Amapá e em Santa Catarina e tubarões no Rio Grande do Sul. Uma das suas armas é a lei: a organização promove ações judiciais contra pesca predatória, sendo pioneira na América Latina nestas iniciativas.</p>
<p>&#8220;Conseguimos embargar a instalação de uma fábrica de fosfato em Santa Catarina, que pode causar impactos no ecossistema marinho, rico em golfinhos e em baleias franca&#8221;, diz Cristiano Pacheco, diretor-jurídico voluntário da Sea Shepherd no Brasil, que aqui adota o nome Guardiões do Mar.</p>
<p>Aliás, o litoral de Santa Catarina é um dos santuários para baleias da espécie franca. O Parque nacional de Abrolhos é outro local de refúgio para centenas de baleias jubarte. Estes dois locais atraem legiões de visitantes por ano.</p>
<p>&#8220;A baleia não é vista mais como um recurso explorável, mas como um ícone de preservação e um espetáculo da natureza&#8221;, diz o biólogo marinho André Silva Barreto, da Universidade do Vale do Itajaí, de Santa Catarina.</p>
<p>O Brasil é um dos países signatários de um tratado que impôs uma espécie de moratória ou trégua na caça às baleias na década de 80 do século 20, e que é regido pela International Whaling Comission (IWC ou, traduzindo, Comissão Baleeira Internacional).</p>
<p>Baleias sempre foram caçadas ao longo da história. No século 16, no Brasil, o pescador caçava baleias munido de um arpão manual a bordo de um barco a remo. A matança cresceu com a caça industrial, especialmente na Paraíba, na primeira década do século 20. Segundo dados oficiais, mais de 20 mil baleias de todas as espécies foram abatidas em 75 anos de caça no país. No Estado do Rio, em Arraial do Cabo, havia uma indústria de processamento de carne de baleia nos anos 60.</p>
<p>&#8220;O Brasil sempre foi pródigo em baleias. Há relatos de que o som das baleias que frequentavam a Baía de Guanabara chegava a incomodar os moradores do Rio&#8221;, diz o biólogo.</p>
<p>A rainha destas espécies é a baleia-azul, o maior ser vivo que já habitou o planeta. Supera, com suas 190 toneladas e 35 metros de comprimento, os maiores dinossauros, extintos há 65 milhões de anos. Em 1904, começou a ser capturada na Antártica. Em 30 anos, os caçadores acabaram com a população de baleias-azuis na região. Só em 1930, foram capturados 30 mil animais da espécie, hoje ameaçada de extinção. Sua presença é rara no litoral brasileiro.</p>
<p>&#8220;De qualquer modo, temos observado um aumento da população de baleias no litoral brasileiro. Elas aparecem com mais frequência no Rio e na Bahia, retornando a seus antigos ecossistemas&#8221;, diz o biólogo. (Fonte: JB Online)</p>
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		<title>Ibama verifica contenção total de vazamento de óleo da Petrobras no litoral Cearense</title>
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		<pubDate>Thu, 21 Jan 2010 19:54:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tanesi</dc:creator>
				<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Ceará]]></category>
		<category><![CDATA[Fortaleza]]></category>
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		<description><![CDATA[Fortaleza – Na manhã desta quarta-feira, um helicóptero do Ibama verificou a contenção total de dois vazamentos de óleo ocorridos na Plataforma de Xaréu (PXA-) da Petrobrás, localizada a 41,9 km da costa de Paracuru, no Ceará. No último dia 10, na plataforma localizada próxima ao litoral de Paracuru, cidade distante 85 quilômetros de Fortaleza, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Fortaleza – Na manhã desta quarta-feira, um helicóptero do Ibama verificou a contenção total de dois vazamentos de óleo ocorridos na Plataforma de Xaréu (PXA-) da Petrobrás, localizada a 41,9 km da costa de Paracuru,  no Ceará.</p>
<p>No último dia 10, na plataforma localizada próxima ao litoral de Paracuru, cidade distante 85 quilômetros de Fortaleza, houve um vazamento de óleo no volume de aproximadamente 141 litros. Seis dias depois (16) ocorreu novo vazamento desta vez de 118 litros.</p>
<p>De acordo com o chefe do Comitê Estadual para Atendimento das Emergências Ambientais (Copaem) esta quantidade é inexpressiva para causar algum tipo de poluição. Segundo o analista ambiental Carlos Alberto Maia estes pequenos acidentes acontecem com freqüência e por isso as plataformas possuem um Plano de Emergência Individual (PEI). Sempre que ocorre um vazamento, o plano inicia o uso de barreiras de contenção ao redor da plataforma e mesmo que alguma quantidade de óleo passe, ele será evaporado pela ação dos raios solares.</p>
<p>Após o sobrevôo, Maia constatou que banhistas, surfistas e demais usuários podem ficar tranqüilos quanto ao uso da praia. O óleo foi totalmente contido.</p>
<p>Mariângela Bampi<br />
Ascom Ibama/CE</p>
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		<title>Programa de peixamento bate recorde em 2009 no Ceará</title>
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		<pubDate>Thu, 07 Jan 2010 13:38:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tanesi</dc:creator>
				<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Alevino]]></category>
		<category><![CDATA[Ceará]]></category>

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		<description><![CDATA[Em 2009, a Secretaria do Desenvolvimento Agrário(SDA) bateu recorde na quantidade de alevinos distribuídos no Estado: foram 6 milhões e 300 mil armazenados em 1.507 reservatórios públicos de 100 municípios cearenses. De acordo com o coordenador de Pesca da SDA, Max Dantas, um total de 37.675 famílias foram beneficiadas. No ano passado, a SDA investiu [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em 2009, a Secretaria do Desenvolvimento Agrário(SDA) bateu recorde na quantidade de alevinos distribuídos no Estado: foram 6 milhões e 300 mil armazenados em 1.507 reservatórios públicos de 100 municípios cearenses. De acordo com o coordenador de Pesca da SDA, Max Dantas, um total de 37.675 famílias foram beneficiadas.</p>
<p>No ano passado, a SDA investiu mais de R$ 300 mil no Programa de Peixamento. Dessa forma, o órgão conseguiu ampliar a oferta de alimentos do Estado, além de possibilitar o aproveitamento do potencial produtivo das águas represadas. As comunidades rurais de baixo poder aquisitivo, localizados nas proximidades dos reservatórios cadastrados foram as grandes beneficiadas.</p>
<p>O Programa distribui gratuitamente alevinos destinados ao repovoamento de reservatórios públicos, comunitários e de áreas de assentamentos . As espécies utilizadas são as que já estão presentes nos reservatórios do Estado, adaptados às nossas condições ambientais, como é o caso da Tilápia do Nilo, Carpa Comum, Curimatã Comum, Tambaqui e Pescado do Piauí.</p>
<p>Fonte: Portal do Governo do Estado do Ceará</p>
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		<title>Amazônia &#8211; Governo reforçará fiscalização contratando 2 mil servidores</title>
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		<pubDate>Thu, 05 Mar 2009 03:53:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vinicius</dc:creator>
				<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Amazônia]]></category>
		<category><![CDATA[Ibama]]></category>

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		<description><![CDATA[Brasília (03/03/2009) &#8211; O governo federal quer fechar o cerco ao desmatamento na Amazônia. Para isso, o ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, acertou nesta terça-feira (3) com o do Planejamento, Paulo Bernardo, a contratação de 2 mil servidores, sendo 1000 fiscais ambientais e 1000 policiais federais, todos para atuar exclusivamente na região amazônica, no [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.portaldapesca.com.br/wp-content/uploads/2009/03/meio-ambiente.jpg"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-45" title="meio-ambiente" src="http://www.portaldapesca.com.br/wp-content/uploads/2009/03/meio-ambiente-150x150.jpg" alt="meio-ambiente" width="150" height="150" /></a>Brasília (03/03/2009) &#8211; O governo federal quer fechar o cerco ao desmatamento na Amazônia. Para isso, o ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, acertou nesta terça-feira (3) com o do Planejamento, Paulo Bernardo, a contratação de 2 mil servidores, sendo 1000 fiscais ambientais e 1000 policiais federais, todos para atuar exclusivamente na região amazônica, no combate aos crimes ambientais. Dos contratados para a área ambiental, 450 vão trabalhar no Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade e 550 serão lotados no Ibama.</p>
<p>O ministério já recebeu autorização para começar a trabalhar nos editais. Segundo o ministro, não se trata de criação de novas vagas nos dois órgãos, as vagas foram puxadas de outros órgãos e redistribuídas pelo Ministério do Planejamento para a área ambiental. “Haverá um remanejamento das vagas já existentes, concentradas nesse esforço”, disse Minc. Além dos servidores, o MMA vai firmar contrato para a utilização de quatro aeronaves que fiscalizarão as áreas indicadas pelos satélites e em caso de confirmação poderá convocar até mesmo a Força Nacional para combater crimes ambientais. A preocupação agora, segundo explica, se estende até mesmo às áreas que envolvem o manejo sustentado. O Ibama tem identificado casos em que os negócios autorizados extrapolam os limites definidos, resultado em degradação ambiental.</p>
<p>A delegada da Polícia Federal, Fernanda Santos, que participou do anúncio das novas medidas no Ministério do Meio Ambiente, destacou o papel da instituição na Operação Arco de Fogo, que vem reprimindo as ações criminosas contra o meio ambiente na Amazônia e indiciando os criminosos. Ela destacou o papel da inteligência, salientando que “muitas vezes chegamos às áreas desmatadas e encontramos apenas os empregados”, lembrando que os verdadeiros autores dos delitos precisam ser identificados e em muitos casos estão bem longe das áreas atingidas.</p>
<p>Paulenir Constancio<br />
Ascom / MMA / Ibama</p>
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